um dia acordo, levanto-me da cama à pressa, visto qualquer coisa, preparo uma mala e fujo.
nesse dia correrei mais que nunca para apanhar o autocarro que não sei, para o sitio onde não vou.
aí irei sentir-me EU.
mordes-me a orelha, acaricias-me a nuca. tudo mudou, nada sai do lugar. é agora o momento, vamos fugir.
domingo, 6 de janeiro de 2008
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