Plantaste em ti uma ideia base,
de que o amor em ti não vai germinar
mas as flores precisam de Sol e água
Pois sozinhas não vão brotar.
Solta o mundo da ponta dos dedos
deixa-o crescer em ti
não te deixes levar pelos medos
Rasga-os! mete-lhes um fim!
Quais folhas pelo Verão queimadas,
que no outono caem no chão,
não deixes que o vento do receio passe por ti
e leve com ele a tua paixão.
Se o vento for mais forte que tu,
passas a ficar a saber
que do chão, folha por folha,
a árvore do teu coração vou colher.
Encontra o teu Sol e deixa crescer,
em ti a flor do amor,
e sem medo, escuta um segredo:
-Tu já és uma flor.
Então escolhe uma estrela tua
que não te veja como um jogo
mas que te mostre o que é o amor,
Oh Deusa dos cabelos de fogo.
segunda-feira, 7 de abril de 2008
segunda-feira, 17 de março de 2008
quando olho para o chão atrás de mim e vejo o que já caminhei tenho a certeza de que não há mais nada a fazer. quando penso em mim penso inevitavelmente na existência, e na razão de ser. porquê? porquê ser? porque não apenas estar? momentaneamente. ou não estar de todo. por que não apenas existir e não ser nada?
sou apenas corpo, sou apenas carne. como posso orgulhar-me de ser se apenas estou? eu estou aqui. faço o quê? existo, não estou.
se começo a pensar em tudo o que já fiz apenas fico frustrada com o que ainda tenho por fazer.
liguei a aparelhagem e sentei-me nas almofadas. ao pressionar os olhos com as mãos, pude sentir-me a coisinha mais minúscula no meio deste universo. depressão? não me parece. julgo que todos se debatam com as mesmas questões todos os dias, mas simplesmente não se dão ao trabalho de contar.
sou apenas corpo, sou apenas carne. como posso orgulhar-me de ser se apenas estou? eu estou aqui. faço o quê? existo, não estou.
se começo a pensar em tudo o que já fiz apenas fico frustrada com o que ainda tenho por fazer.
liguei a aparelhagem e sentei-me nas almofadas. ao pressionar os olhos com as mãos, pude sentir-me a coisinha mais minúscula no meio deste universo. depressão? não me parece. julgo que todos se debatam com as mesmas questões todos os dias, mas simplesmente não se dão ao trabalho de contar.
domingo, 9 de março de 2008
Frasquinho do Amor
É deveras compreensivel,
Que não queiras abrir
O frasco do amor
Pois tens medo de o partir.
Se o deixares cair,
Apenas por não teres fé,
E o frasco do amor,
Te desferir um golpe no pé
Terá sido por tua culpa
Que sentiste tão aguda dor,
Mas se o frasco não se partisse,
Não sabias o seu interior.
Experimenta ir com cuidado,
Tipo com pézinhos de lã,
Aproveitando pouco hoje,
Mas planeando o amanhã
Ou Exprimenta arriscar,
Não tens nada a perder
Vive o que sentes,
sente o que tens de viver!
Dá-me a mão,
Tens um mundo por descobrir
E em como tudo na vida,
A pouco e pouco, tens de progredir
Não queiras tudo hoje,
Não queiras tudo assim,
Se descobrires esse mundo,
então descobriste-me a mim.
E quando parece, que o frasco,
Abertura facil não tem,
Relança de novo o olhar, pois
Sabes que podes pedir ajuda também,
Não precisas de o abrir sozinha,
Correndo o risco de ele te cortar,
Posso abri-lo contigo,
Posso-te ajudar.
Encosta a cabeça no meu peito,
Consegues sentir o meu coração,
A querer sair de la de dentro,
De bater com tanta emoção?
Não precisas de ter medo,
Ou receio de te encostares a mim,
Pois quando alguem se encostar ao teu peito,
Se já tiveres aberto o frasco,
Também te vais sentir assim!
Se mesmo depois de tudo isto,
O frasco não querias abrir
Eu compreendo e aceito,
E estou pronto para te ouvir,
Mostra-me então que és,
Dá me a tua mão,
E juntos podemos abrir o frasco,
Selado, do teu coração.
Algo que também pode acontecer,
É já estares farta de frascos abrir,
E por mais que pareçam deliciosos,
Os resultados não de fazem sorrir,
Arrancam-te lágrimas dos olhos,
Puxam-te pela mão,
Não os culpes, eles já nasceram partidos,
Os amargos, frascos do coração.
Se já tens o frasco partido,
Assim não podes continuar
Dá me uma oportunidade,
Sei que o posso remediar,
Posso limpar as impurezas,
Tornar-te em alguém feliz
Mas mesmo que seja de vidro
Do frasco não sai a cicatriz
Cicatriz essa, de memórias
De quem o teu frasco partiu,
E depois de te roubar o sorriso,
Ele próprio sorriu.
É certo isso não se vai,
o tempo não pode apagar,
mas continuares a pensar nos assunto,
em nada te vai ajudar.
Deixa passar o vento por nós,
Trazer até mim o teu perfume,
Levando de mim a angústia,
A saudade e o ciúme.
Deixa o vento limpar
Tudo aquilo que o tempo não consegue,
Deixa-o eliminar a ruptura
Que desde o passado te persegue.
Deixa-o transformar-te em nós,
Deixa-o transformar-nos em ti
Repondo o amor do teu frasco,
E abrindo-o para mim.
Dorme bem meu amor,
E sonha que o coração teu
Num lugar fora dos sonhos,
Se vai encontrar com o meu.
Deixa-te sonhar que vives,
Deixa-te viver a sonhar,
Se assim for o único meio,
De um sorriso, na tua boca se esboçar.
Quanto a mim, fico contente,
De estar ao teu lado,a ver-te a dormir,
Pensando se sonhas comigo,
E a mim, o teu frasco abrir
Que não queiras abrir
O frasco do amor
Pois tens medo de o partir.
Se o deixares cair,
Apenas por não teres fé,
E o frasco do amor,
Te desferir um golpe no pé
Terá sido por tua culpa
Que sentiste tão aguda dor,
Mas se o frasco não se partisse,
Não sabias o seu interior.
Experimenta ir com cuidado,
Tipo com pézinhos de lã,
Aproveitando pouco hoje,
Mas planeando o amanhã
Ou Exprimenta arriscar,
Não tens nada a perder
Vive o que sentes,
sente o que tens de viver!
Dá-me a mão,
Tens um mundo por descobrir
E em como tudo na vida,
A pouco e pouco, tens de progredir
Não queiras tudo hoje,
Não queiras tudo assim,
Se descobrires esse mundo,
então descobriste-me a mim.
E quando parece, que o frasco,
Abertura facil não tem,
Relança de novo o olhar, pois
Sabes que podes pedir ajuda também,
Não precisas de o abrir sozinha,
Correndo o risco de ele te cortar,
Posso abri-lo contigo,
Posso-te ajudar.
Encosta a cabeça no meu peito,
Consegues sentir o meu coração,
A querer sair de la de dentro,
De bater com tanta emoção?
Não precisas de ter medo,
Ou receio de te encostares a mim,
Pois quando alguem se encostar ao teu peito,
Se já tiveres aberto o frasco,
Também te vais sentir assim!
Se mesmo depois de tudo isto,
O frasco não querias abrir
Eu compreendo e aceito,
E estou pronto para te ouvir,
Mostra-me então que és,
Dá me a tua mão,
E juntos podemos abrir o frasco,
Selado, do teu coração.
Algo que também pode acontecer,
É já estares farta de frascos abrir,
E por mais que pareçam deliciosos,
Os resultados não de fazem sorrir,
Arrancam-te lágrimas dos olhos,
Puxam-te pela mão,
Não os culpes, eles já nasceram partidos,
Os amargos, frascos do coração.
Se já tens o frasco partido,
Assim não podes continuar
Dá me uma oportunidade,
Sei que o posso remediar,
Posso limpar as impurezas,
Tornar-te em alguém feliz
Mas mesmo que seja de vidro
Do frasco não sai a cicatriz
Cicatriz essa, de memórias
De quem o teu frasco partiu,
E depois de te roubar o sorriso,
Ele próprio sorriu.
É certo isso não se vai,
o tempo não pode apagar,
mas continuares a pensar nos assunto,
em nada te vai ajudar.
Deixa passar o vento por nós,
Trazer até mim o teu perfume,
Levando de mim a angústia,
A saudade e o ciúme.
Deixa o vento limpar
Tudo aquilo que o tempo não consegue,
Deixa-o eliminar a ruptura
Que desde o passado te persegue.
Deixa-o transformar-te em nós,
Deixa-o transformar-nos em ti
Repondo o amor do teu frasco,
E abrindo-o para mim.
Dorme bem meu amor,
E sonha que o coração teu
Num lugar fora dos sonhos,
Se vai encontrar com o meu.
Deixa-te sonhar que vives,
Deixa-te viver a sonhar,
Se assim for o único meio,
De um sorriso, na tua boca se esboçar.
Quanto a mim, fico contente,
De estar ao teu lado,a ver-te a dormir,
Pensando se sonhas comigo,
E a mim, o teu frasco abrir
domingo, 24 de fevereiro de 2008
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008
Lycan, (qualquer coisa)...
vinde, oh clara Lua de puros desejos, senti todo o meu coração como parte do vosso pois sois vós quem me dá forças para continuar a lutar por entre a neblina que vossas fiéis cativas instalaram sobre o meu dia. sabeis o quanto preciso da vossa doce ingenuidade para seguir em frente, e como me sinto mais confiante quando olho para cima e vejo, resplandecendo sobre a natureza, um manto prateado com que cobris o meu mundo de noite. beijai então o meu caminho com reflexos tímidos e hesitantes, com tal sorriso de criança que nem o maior arvoredo se atreverá manter as trevas. sois vós, majestosa Lua, aquela beleza inatingível, aí em vosso trono de escuridão cravado de diamantes estrelados, fazendo inveja a todos os que debaixo vos olham, na esperança de um dia poderem, por fim, subir ao vosso reino e lá permanecer, serenos e em paz para todo o sempre.
sábado, 9 de fevereiro de 2008
Uma casa de praia para uma fadinha
Vou comprar.te uma casa na praia.
Sem pavimento para poderes sentir
O crepitar de cada grão de areia
Sob os teus descalços pés,
Onde poderás ser quem és,
Sem nada para te impedir.
Não terá paredes para te proteger
Apenas cortinados feitos de cetim trasparente
Quem dançarão ao sabor da corrente
Que o vento faz passar,
Na praia onde estar feliz,
Vai ser tão frequente, como amar.
Terás um colchão gigante,
Feito com plumas de colibri,
Onde te deitarás no instante,
Em que ao olhar para as estrelas,
E reparares bem nelas,
Verás que também estão a olhar para ti.
Poderás permanecer assim
Na casa do colchão de plumas,
E cortinados de cetim,
A olhares para o céu,
Enquanto lá atrás nas arenosas e esbeltas dunas
A olhar para o céu também,
Estarei sentado eu.
E quando te sentires sozinha,
Na casa do colchão de plumas,
Não vertas sequer uma lágrima, fadinha
Pois sob a luz ofegante do luar,
Basta por mim chamar,
Que estarei lá atrás nas dunas
Pronto para te acompanhar.
Sem pavimento para poderes sentir
O crepitar de cada grão de areia
Sob os teus descalços pés,
Onde poderás ser quem és,
Sem nada para te impedir.
Não terá paredes para te proteger
Apenas cortinados feitos de cetim trasparente
Quem dançarão ao sabor da corrente
Que o vento faz passar,
Na praia onde estar feliz,
Vai ser tão frequente, como amar.
Terás um colchão gigante,
Feito com plumas de colibri,
Onde te deitarás no instante,
Em que ao olhar para as estrelas,
E reparares bem nelas,
Verás que também estão a olhar para ti.
Poderás permanecer assim
Na casa do colchão de plumas,
E cortinados de cetim,
A olhares para o céu,
Enquanto lá atrás nas arenosas e esbeltas dunas
A olhar para o céu também,
Estarei sentado eu.
E quando te sentires sozinha,
Na casa do colchão de plumas,
Não vertas sequer uma lágrima, fadinha
Pois sob a luz ofegante do luar,
Basta por mim chamar,
Que estarei lá atrás nas dunas
Pronto para te acompanhar.
Voar
Hoje sonhei que conseguia voar.
Sem necessidade de asas, ou qualquer outra coisa que me ajudasse a fazê-lo mas ao mesmo tempo me prendesse, apenas eu, lá em cima.
sonhei que levitava,
como quem pensa na razão de ser,
sonhei que voava por cima de tudo e todos, que sobrevoava as copas das árvores com a luz do sol a incidir sobre as folhas despidas ao vento a dançar,
sonhei que me dividia qual luz branca que precorre o mundo espalhando cor,
sonhei que ia onde quizesse,
quando quizesse,
e ninguém me podia impedir,
sonhei que estavas lá em baixo,
para o caso de eu cair.
E se não foi um sonho?
Dá-me a mão.
Deixa-me levar-te daqui para fora,
deixa-me ir contigo para a terra proibida á qual chamamos amor.
Se não me quizeres levar para aí, não me importa,
partimos apenas daqui
sem destino,
sem rumo,
sem obrigaçoes,
dispostos a voar até onde o nosso coração nos levar.
Quero ir algures ao teu lado,
Voa comigo fada,
dançaremos no céu ao som do bater das tuas asas,
com aquela música que cantamos em uníssono desde que nos conhecemos,
Voamos de Dia
Voamos de Noite,
e com apenas a cintilante lua para nos iluminar,
Tornarnos-emos:
Lendas Do Luar
Vamos voar?
Sem necessidade de asas, ou qualquer outra coisa que me ajudasse a fazê-lo mas ao mesmo tempo me prendesse, apenas eu, lá em cima.
sonhei que levitava,
como quem pensa na razão de ser,
sonhei que voava por cima de tudo e todos, que sobrevoava as copas das árvores com a luz do sol a incidir sobre as folhas despidas ao vento a dançar,
sonhei que me dividia qual luz branca que precorre o mundo espalhando cor,
sonhei que ia onde quizesse,
quando quizesse,
e ninguém me podia impedir,
sonhei que estavas lá em baixo,
para o caso de eu cair.
E se não foi um sonho?
Dá-me a mão.
Deixa-me levar-te daqui para fora,
deixa-me ir contigo para a terra proibida á qual chamamos amor.
Se não me quizeres levar para aí, não me importa,
partimos apenas daqui
sem destino,
sem rumo,
sem obrigaçoes,
dispostos a voar até onde o nosso coração nos levar.
Quero ir algures ao teu lado,
Voa comigo fada,
dançaremos no céu ao som do bater das tuas asas,
com aquela música que cantamos em uníssono desde que nos conhecemos,
Voamos de Dia
Voamos de Noite,
e com apenas a cintilante lua para nos iluminar,
Tornarnos-emos:
Lendas Do Luar
Vamos voar?
quarta-feira, 30 de janeiro de 2008
se sou eu quem te faz ser como és, não hesites em voltar a ser o que eras
se sou eu que te forço a fazer o que não queres, começa a tomar as tuas próprias decisões
se fui eu que errei, repensa a situação e toma uma atitude perante ela
se era eu quem atrapalhava todo o teu processo de estabilização, nesse caso o teu caminho está livre
e se um dia te arrependeres de seres como estas a ser, das decisões que estás a tomar, das atitudes que tens e do caminho que estás a seguir, já não vai estar lá aquele empecilho para te fazer voltar atrás, mesmo que seja esse o teu desejo
estás por tua conta
se sou eu que te forço a fazer o que não queres, começa a tomar as tuas próprias decisões
se fui eu que errei, repensa a situação e toma uma atitude perante ela
se era eu quem atrapalhava todo o teu processo de estabilização, nesse caso o teu caminho está livre
e se um dia te arrependeres de seres como estas a ser, das decisões que estás a tomar, das atitudes que tens e do caminho que estás a seguir, já não vai estar lá aquele empecilho para te fazer voltar atrás, mesmo que seja esse o teu desejo
estás por tua conta
quarta-feira, 23 de janeiro de 2008
dei por mim sentada sozinha num banco de jardim, cabeça caída para trás com o sol a bater em cheio nos olhos, a ferver em luz. dei por mim a abstrair-me de toda aquela sensação de liberdade para mergulhar na lembrança daqueles curtos minutos em que, deitada, te pude sentir junto a mim, de braços por cima do meu tronco, pernas entrelaçadas nas minhas, peito colado às minhas costas. ah, como me lembro da tua respiração na minha nuca, de sentir o teu coração pulsar fortemente contra as minhas costelas, como que na ânsia de te sair do corpo. os nossos inspirares e expirares sincronizados. ah, como o teu cheiro ainda permanece comigo, e cada olhar, guardado num infinito só meu. as tuas mãos frias entre as minhas. só palavras não trocadas descrevem o que senti e não te consegui dizer.
quinta-feira, 17 de janeiro de 2008
para de me perseguir. onde quer que vá, todos os rostos genéricos se moldam no teu, todas as vozes pairam semelhantes à tua pelos meus ouvidos, todas as mensagens gritam o teu nome, todos os toques na campainha avisam uma chegada que nunca virá. a tua. todas as fotos nossas me fitam com olhares discriminatórios, todas as músicas me lembram uma última dança. pára, vai-te embora do meu pensamento. sai dos meus desenhos, das minhas memórias. se não tens força para avançar por cima do teu orgulho não tens força para aguentar nada, não és nada. não passas de uma face genérica como todas as outras, que chegam e se vão embora no minuto, que ninguém decora a cara. porque hoje todos nós vivemos por nossa conta não nos limitamos sequer a olhar para a cara genérica ao nosso lado, saber quem acabou de nos dar um leve encontrão no ombro ao passar. ninguém vê. ninguém olha. ninguém percebe sequer o que se está a passar. é assim. deixa estar assim, se é isso que queres. faz-te um dos vários esboços de desenho que rasguei, ou que guardei. faz-te cada palavra do que te escrevo.
torna-te um contra censo: tortura-me com palavras doces.
torna-te um contra censo: tortura-me com palavras doces.
AÍ.
Estou aí.
Naquele sitio tão capaz de dar vida como de tirar.
Naquele sitio que, quando estendido, transforma os castelos de areia desfeitos das pessoas cujos sonhos já não prevalecem, em palácios, repletos de sonhos e magia, tu graças a ti.
Naquele sitio, que conforme o uso que lhe dás, podes mudar sentimentos, fazer de alguém a pessoa mais feliz do mundo, ou destruir todos os sonhos dela.
Naquele sitio que só mostras a quem queres,, a alguém que achas que te possa fazer sentir especial.
Eu também tenho um sitio como o teu, um dia gostava de poder juntá.los aos dois e ver o que dá.
Estou na palma da tua mão.
Naquele sitio tão capaz de dar vida como de tirar.
Naquele sitio que, quando estendido, transforma os castelos de areia desfeitos das pessoas cujos sonhos já não prevalecem, em palácios, repletos de sonhos e magia, tu graças a ti.
Naquele sitio, que conforme o uso que lhe dás, podes mudar sentimentos, fazer de alguém a pessoa mais feliz do mundo, ou destruir todos os sonhos dela.
Naquele sitio que só mostras a quem queres,, a alguém que achas que te possa fazer sentir especial.
Eu também tenho um sitio como o teu, um dia gostava de poder juntá.los aos dois e ver o que dá.
Estou na palma da tua mão.
quarta-feira, 16 de janeiro de 2008
Fairy tales
Foi num dia de Sol brando que vi passar a minha Lua.
Não eras nem mais nem menos que as outras pessoas. Ainda.
Foi estranha a maneira como tudo começou.Nao menos perfeita que todos os outros contos de fadas, apenas com uma diferença, a fada eras tu.
Tudo começou muito singelamente, e as palavras proferidas pela tua boca, mágicas ou não, encantaram.me.
Fiquei fascinado.
Como era possivel sair tanta magia de uma pessoa só?
Á medida que nos fomos aproximando nesta dança á qual chamamos amizade, fui percebendo que a verdadeira magia era aquela que não deitavas.
Sei que não fui a única pessoa a descobrir a tua magia, mas espero ter sido aquela que te fez sentir mais mágica.
Os contos de fadas só têm um problema.
Nem todos têm finais felizes.
O nosso não teve.
Ainda.
Não eras nem mais nem menos que as outras pessoas. Ainda.
Foi estranha a maneira como tudo começou.Nao menos perfeita que todos os outros contos de fadas, apenas com uma diferença, a fada eras tu.
Tudo começou muito singelamente, e as palavras proferidas pela tua boca, mágicas ou não, encantaram.me.
Fiquei fascinado.
Como era possivel sair tanta magia de uma pessoa só?
Á medida que nos fomos aproximando nesta dança á qual chamamos amizade, fui percebendo que a verdadeira magia era aquela que não deitavas.
Sei que não fui a única pessoa a descobrir a tua magia, mas espero ter sido aquela que te fez sentir mais mágica.
Os contos de fadas só têm um problema.
Nem todos têm finais felizes.
O nosso não teve.
Ainda.
terça-feira, 15 de janeiro de 2008
o meu grande nada
foge! não me deixes apanhar-te!
eu bem tento escapar ao desejo a que o meu corpo obedece. sou impelida, eu bem tento deixar de pensar mas está sempre cá. as imagens passam rapidamente como flashes, e aí sinto-me rendida. nao há nada a fazer. foge.
escapa das minhas mãos como água, corre para longe de mim para nunca mais voltar. grita bem alto que não me queres falar, nem sequer me ver.
aí, a raiva em mim fervilha e cega-me em tons de cinzento chuvoso, enquanto sinto o quente ar a ser expelido das narinas, e vapor de agua pela atmosfera. a minha cara ruboriza. as minhas mãos apertam os joelhos com força, as unhas contra a carne, não há nada a fazer. esconde-te.
não queres sentir aquilo que é o meu calor. não me deixarás agarrar o teu pescoço, não deixarás que eu te crave os dedos na pele, na ânsia de a arrancar de ti, enquanto te faço saber o que é a dor de não ter, de não poder, de não sentir.
suspiro. sei que um dia vais entender que não há presa nem predador. empalideço. até lá quererás aproximar-te, mas, com medo da dor fingir que não existe aquele desejo de te arrancar a pele com os dedos. puxar-te a orelha à dentada. magoar-te, para saberes que não só estás vivo como dás vida a outra pessoa. dás vida, tiras esperança. és um grande nada.
eu bem tento escapar ao desejo a que o meu corpo obedece. sou impelida, eu bem tento deixar de pensar mas está sempre cá. as imagens passam rapidamente como flashes, e aí sinto-me rendida. nao há nada a fazer. foge.
escapa das minhas mãos como água, corre para longe de mim para nunca mais voltar. grita bem alto que não me queres falar, nem sequer me ver.
aí, a raiva em mim fervilha e cega-me em tons de cinzento chuvoso, enquanto sinto o quente ar a ser expelido das narinas, e vapor de agua pela atmosfera. a minha cara ruboriza. as minhas mãos apertam os joelhos com força, as unhas contra a carne, não há nada a fazer. esconde-te.
não queres sentir aquilo que é o meu calor. não me deixarás agarrar o teu pescoço, não deixarás que eu te crave os dedos na pele, na ânsia de a arrancar de ti, enquanto te faço saber o que é a dor de não ter, de não poder, de não sentir.
suspiro. sei que um dia vais entender que não há presa nem predador. empalideço. até lá quererás aproximar-te, mas, com medo da dor fingir que não existe aquele desejo de te arrancar a pele com os dedos. puxar-te a orelha à dentada. magoar-te, para saberes que não só estás vivo como dás vida a outra pessoa. dás vida, tiras esperança. és um grande nada.
segunda-feira, 14 de janeiro de 2008
olhar. palavra.
começou!
provocação. discussão.
acabou..
quando ameaça voltar, aquela música ao som da qual dançamos juntos a uma distância impossível pára, e faz-nos começar de novo.
tu tens algo.
a música recomeça. aí já com menos força tentamos de novo. não dá. não sou capaz. não és capaz.
já com menos inspiração tentamos pintar novas vidas, fingir mudanças em nós, capazes de desculpar os nossos erros, mas eles continuam lá.
a dança que se tornara instável adquire passos demasiado avançados, onde não queríamos chegar.
"só quero mover-me ao som da musica contigo, não quero dançar algo complicado"
não quero assumir o compromisso de levar a dança até ao fim. e assim, a música pára, e com o pesado silencio que nos ensurdece, seguimos caminhos diferentes, como se não tivesse havido uma ultima dança. nem sequer a primeira.
não te conheço. não te conheces. enganas-te ao dizeres que a tal música não te faz querer aprender uma nova dança. não precisamos de a levar até ao fim. quero apenas dançar, não mover-me ao som da música contigo, criando expectativas erradas em relação à próxima musica que dançaremos.
talvez não haja próxima dança.
começou!
provocação. discussão.
acabou..
quando ameaça voltar, aquela música ao som da qual dançamos juntos a uma distância impossível pára, e faz-nos começar de novo.
tu tens algo.
a música recomeça. aí já com menos força tentamos de novo. não dá. não sou capaz. não és capaz.
já com menos inspiração tentamos pintar novas vidas, fingir mudanças em nós, capazes de desculpar os nossos erros, mas eles continuam lá.
a dança que se tornara instável adquire passos demasiado avançados, onde não queríamos chegar.
"só quero mover-me ao som da musica contigo, não quero dançar algo complicado"
não quero assumir o compromisso de levar a dança até ao fim. e assim, a música pára, e com o pesado silencio que nos ensurdece, seguimos caminhos diferentes, como se não tivesse havido uma ultima dança. nem sequer a primeira.
não te conheço. não te conheces. enganas-te ao dizeres que a tal música não te faz querer aprender uma nova dança. não precisamos de a levar até ao fim. quero apenas dançar, não mover-me ao som da música contigo, criando expectativas erradas em relação à próxima musica que dançaremos.
talvez não haja próxima dança.
o meu mundo
todas as palavras que expressar aqui serão de alguma maneira plágios. há tanta gente no mundo, aposto que há mais pessoas que escrevem o mesmo que eu. até noutras línguas.
por muito rico que seja o vocabulário que utilizo continuo sem conseguir explicar o que sinto, o que penso, o que vejo. toda a minha vida é um turbilhão de cores e sons, é a coisa mais inexplicável de sempre. e mesmo naqueles mais deprimentes está sempre la alguém pronto a dar-me a mão e tentar mudar o meu mundo. sempre pronto a levar-me daqui para fora.
às vezes gostava de ser completamente imaterial. não ter corpo, ser só alma, pensamento. não sei bem para que, mas gostava. cheira-me a que seria tudo bem mais fácil.
"sim, eu vou dizer-te algo
acho que vais entender
quando eu a digo
quero segurar-te a mão
quero segurar-te a mão
quero segurar-te a mão..."
por muito rico que seja o vocabulário que utilizo continuo sem conseguir explicar o que sinto, o que penso, o que vejo. toda a minha vida é um turbilhão de cores e sons, é a coisa mais inexplicável de sempre. e mesmo naqueles mais deprimentes está sempre la alguém pronto a dar-me a mão e tentar mudar o meu mundo. sempre pronto a levar-me daqui para fora.
às vezes gostava de ser completamente imaterial. não ter corpo, ser só alma, pensamento. não sei bem para que, mas gostava. cheira-me a que seria tudo bem mais fácil.
"sim, eu vou dizer-te algo
acho que vais entender
quando eu a digo
quero segurar-te a mão
quero segurar-te a mão
quero segurar-te a mão..."
domingo, 13 de janeiro de 2008
Horizonte Meu
És o meu horizonte.
A linha marcada na minha vida que me divide entre o ser e o não ser.
É em ti que se põem o meu Sol, a minha Lua e a esperança de um dia, poder vir a ser, assim como tu, uma linha marcada na vida de alguém.
É para ti que olho quando me quero sentir um pedaço de mim.
Já foste o meu Inverno e com toda a chuva causada por forças posteriores, tornaste.te indefenida, mas sempre presente.
Agora és o meu Verão, é em todas as tuas lágrimas de orvalho que reflete o meu Sol, que por coincidência ou não, também és tu.
Tu defines-me.
A linha marcada na minha vida que me divide entre o ser e o não ser.
É em ti que se põem o meu Sol, a minha Lua e a esperança de um dia, poder vir a ser, assim como tu, uma linha marcada na vida de alguém.
É para ti que olho quando me quero sentir um pedaço de mim.
Já foste o meu Inverno e com toda a chuva causada por forças posteriores, tornaste.te indefenida, mas sempre presente.
Agora és o meu Verão, é em todas as tuas lágrimas de orvalho que reflete o meu Sol, que por coincidência ou não, também és tu.
Tu defines-me.
sexta-feira, 11 de janeiro de 2008
Chocolate e os seus poderes

-O chocolate é um alimento encontrado na forma pastosa e de bebida doce ou amarga, feito a partir do cacau.
-Foi inventado pelos Aztecas e foram os espanhóis os primeiros a prová-lo.
-Há 5 tipos principais de chocolate:
->O chocolate amargo que é feito apartir dos grãos de cacau torrados sem adição de mais nenhum outro produto.
->O chocolate Preto, que tem de ter um mìnimo de 35% de cacau.
->O chocolate de leite que é confeccionado com leite ou leite em pó e tem de ter um minimo de 25% de cacau.
->O couverture que tem mais de 70% de cacau, o mias concentrado portanto.
->O chocolate branco que é feito com manteiga de cacau e ao qual pode ser adicionado um aroma a baunilha.(baunilha = blharg :S)
-Em relação ao seu valor nutritivo o chocolate é rico em proteínas e contém endorfina e cafeína, ou seja basicamente serve para ficarmos acordados devido á caféina e para termos orgasmos multiplos ou relaxar devido á endorfina.^^
-Em relação ao seu poder contra pessoas ou animais indesejaveis, o chocolate pode ser fatal :D
(yeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeey)
-A teobromina que este contém não é lá muito bem absorvida pelo sistema digestivo de vários animais, podendo provocar-lhes assim coisas simples como hemorragias internas dolorosas, ataques cardíacos, convulsões ou a morte.
-Como matar um cão com chocolate:
->passo 1- arranjar 5 kilos de puro chocolate preto.
->passo 2- arranjar um cão com cerca de 20 kilos e que seja detestável, pois não iremos matar um cão fofinho, como por exemplo a nina, do Superpai.
->passo3- dar o chocolate ao cão e esperar visto que ele tem cerca de 50 % de hipoteses de sobrevivencia.
(ps: não resulta em sogras.)
Máscaras de Porcelana
Nao percebo porque te encondes.
Qual é a tua necessidade compulsiva de não afirmares o teu ego?
Deixa-te levar.
Quebra-a.
Não vou eu mesmo voltar a por-te uma máscara,dizendo que apartir do momento em que te revoltares reinará em ti uma imensidão de alegria, também nao te vou dizer que vais ser mais feliz do que és agora, ou que tudo vai mudar para melhor, porque isso pode não acontecer, pode tudo piorar, o mistério de estares agora livre e saberes quem és pode revelar.se em trevas e escuridão e tu não vais gostar.
Mas como sabes o que vai acontecer, se até hoje viveste com essa máscara de porcelana?
"Quem não arrisca, não petisca"
Qual é a tua necessidade compulsiva de não afirmares o teu ego?
Deixa-te levar.
Quebra-a.
Não vou eu mesmo voltar a por-te uma máscara,dizendo que apartir do momento em que te revoltares reinará em ti uma imensidão de alegria, também nao te vou dizer que vais ser mais feliz do que és agora, ou que tudo vai mudar para melhor, porque isso pode não acontecer, pode tudo piorar, o mistério de estares agora livre e saberes quem és pode revelar.se em trevas e escuridão e tu não vais gostar.
Mas como sabes o que vai acontecer, se até hoje viveste com essa máscara de porcelana?
"Quem não arrisca, não petisca"
quinta-feira, 10 de janeiro de 2008
agarra a minha mão! não me deixes cair!
o meu medo de perder a razão é tal que me apoio em tudo o que se atravessa no meu caminho.
atravessaste-te.
suporta-me.
dá-me vontade de continuar.
ouve-me, olha-me nos olhos e diz que não queres reconfortar-me!
diz. diz que não queres acolher-me no teu abraço para nunca mais me largar.
agarra a minha mão! os dedos entrelaçados nos meus. encosta a tua cabeça à minha. fica.
fica para sempre nesta posição pouco ortodoxa que é suportar-me.
não vás, nem por um segundo, para outro lugar. não pares de correr a meu lado, continua. volta a ajeitar-me o cabelo à tua maneira, juro que não me volto a queixar, mas fica. volta a confiar em mim, juro que te oiço e não te julgo, confia. volta a abraçar-me, eu retribuo. volta. continua a agarrar-me a mão, não me deixes cair. preciso dessa força que me puxa para cima, que me impede de afogar
quero que fiques na minha caixinha
o meu medo de perder a razão é tal que me apoio em tudo o que se atravessa no meu caminho.
atravessaste-te.
suporta-me.
dá-me vontade de continuar.
ouve-me, olha-me nos olhos e diz que não queres reconfortar-me!
diz. diz que não queres acolher-me no teu abraço para nunca mais me largar.
agarra a minha mão! os dedos entrelaçados nos meus. encosta a tua cabeça à minha. fica.
fica para sempre nesta posição pouco ortodoxa que é suportar-me.
não vás, nem por um segundo, para outro lugar. não pares de correr a meu lado, continua. volta a ajeitar-me o cabelo à tua maneira, juro que não me volto a queixar, mas fica. volta a confiar em mim, juro que te oiço e não te julgo, confia. volta a abraçar-me, eu retribuo. volta. continua a agarrar-me a mão, não me deixes cair. preciso dessa força que me puxa para cima, que me impede de afogar
quero que fiques na minha caixinha
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