sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

Lycan, (qualquer coisa)...

vinde, oh clara Lua de puros desejos, senti todo o meu coração como parte do vosso pois sois vós quem me dá forças para continuar a lutar por entre a neblina que vossas fiéis cativas instalaram sobre o meu dia. sabeis o quanto preciso da vossa doce ingenuidade para seguir em frente, e como me sinto mais confiante quando olho para cima e vejo, resplandecendo sobre a natureza, um manto prateado com que cobris o meu mundo de noite. beijai então o meu caminho com reflexos tímidos e hesitantes, com tal sorriso de criança que nem o maior arvoredo se atreverá manter as trevas. sois vós, majestosa Lua, aquela beleza inatingível, aí em vosso trono de escuridão cravado de diamantes estrelados, fazendo inveja a todos os que debaixo vos olham, na esperança de um dia poderem, por fim, subir ao vosso reino e lá permanecer, serenos e em paz para todo o sempre.

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