todas as palavras que expressar aqui serão de alguma maneira plágios. há tanta gente no mundo, aposto que há mais pessoas que escrevem o mesmo que eu. até noutras línguas.
por muito rico que seja o vocabulário que utilizo continuo sem conseguir explicar o que sinto, o que penso, o que vejo. toda a minha vida é um turbilhão de cores e sons, é a coisa mais inexplicável de sempre. e mesmo naqueles mais deprimentes está sempre la alguém pronto a dar-me a mão e tentar mudar o meu mundo. sempre pronto a levar-me daqui para fora.
às vezes gostava de ser completamente imaterial. não ter corpo, ser só alma, pensamento. não sei bem para que, mas gostava. cheira-me a que seria tudo bem mais fácil.
"sim, eu vou dizer-te algo
acho que vais entender
quando eu a digo
quero segurar-te a mão
quero segurar-te a mão
quero segurar-te a mão..."
segunda-feira, 14 de janeiro de 2008
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